A Folha Online publicou hoje uma matéria que fala sobre a suposta desilusão das operadoras brasileiras com as vendas do iPhone no país, que não teriam passado de 200 mil unidades. Em agosto, o Instituto Gartner divulgou uma estimativa de 176 mil aparelhos oficiais vendidos. Para as operadoras, as vendas foram 30% abaixo do que se esperava.
Mas de quem é a culpa? Com estoques escassos, pode-se dizer realmente que “o iPhone é um fracasso” ou o mais correto seria dizer que o fracasso foi na estratégia de venda?
Quem não lembra da loucura que foi para encontrar um iPhone 3GS na época de seu lançamento? E das dezenas de clientes que saíram irritados das lojas, de mãos abanando, porque a operadora se recusava a vender um aparelho para quem não era cliente? Como que a venda que qualquer produtopode ter sucesso se centenas de consumidores que querem comprá-lo, não conseguem?
E os preços? Com preços nas alturas, muito maior do que comprar no exterior, como fazer com que ele vire um sucesso no Brasil? Segundo o mesmo artigo da Folha, foi apurado (??) que “um dos motivos do valor elevado, foi imposição da própria Apple, que tentou elitizar o produto“.
Ora, não quero ser ingênuo de pensar que isso não seria possível, mas algumas atitudes não parecem confirmar esta teoria. Primeiro que é estranho de imaginar que a maçã siga uma estratégia no Brasil contrária da que aplica no resto do mundo, o de popularizar o iPhone com preços não tão altos. Por que ela iria querer elitizar o aparelho, ainda mais com seus planos crescentes de investimentos no país (vide Apple Online Store)? Leia mais »
A doença é silenciosa e os sintomas só aparecem no estado grave. Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma em cada 30 pessoas no Brasil (cerca de quatro milhões de pessoas) tem o fígado atacado pelo vírus da hepatite B ou C. O panorama mundial é ainda mais grave: em cada 12 pessoas pode estar infectada (520 milhões de pessoas). Os números são alarmantes por refletirem doenças que agem silenciosamente e, por isso, a maioria dos portadores não sabe que está doente e não busca auxílio médico. Sem diagnóstico e tratamento adequados, os casos podem evoluir para insuficiência hepática, cirrose ou câncer hepático.
O dia 25 de junho ficará marcado na história da música pop como o fim de uma era. Depois de sofrer parada cardíaca no início da tarde, Michael Jackson acabou morrendo em um hospital de Los Angeles, nos Estados Unidos.
Vendas de aparelhos surpreendem e superam as realizadas no mesmo mês no ano passado, segundo dados preliminares da Anatel.










