Troque caderno, lápis e livro por remo, colete e capacete. Daí, tome seu lugar na sala –ooops!, no bote– e prepare-se para a aula.É, foi assim mesmo, fazendo rafting no rio do Peixe, em Socorro (a 134 km de SP), que um grupo de crianças participou de um estudo sobre o ambiente.
Na cartilha dos remos, aprenderam sobre a importância da mata ciliar (aquela vegetação que fica na beira de rios e córregos) e como ocorre o assoreamento (o acúmulo de terra no rio).
Experiência
Stephanie Zanesco, 10, diz que a aula é “como uma experiência de ciências”. “A gente vai remando, e o professor explica o que ocorre no lugar onde estamos.”
Mas a adrenalina também faz parte dessa “escola”. “Deu um friozinho na barriga quando o bote encalhou perto de uma árvore e descemos de costas”, conta Pietra Schirato, 10.
Depois de vivenciar essa aventura (cheia de aprendizados) pela mata atlântica, todos se reuniram para plantar um jequitibá. “Agora é a hora de regar!”, brincou Guilherme João, 10, torcendo sobre a muda a sua camiseta ensopada. Leia mais »
Salvador foi a primeira capital do Brasil Colônia, de 1549 até 1763, quando perdeu o posto para o Rio de Janeiro. Até hoje as duas metrópoles competem para ver quem atrai mais turistas nacionais e estrangeiros. Disputas à parte, Salvador tem um trunfo que nenhuma outra cidade brasileira tem: suas conexões explícitas com a África.
Salvador impressiona. Não só pelos monumentos grandiosos (dar de cara com o Elevador Lacerda, depois de dobrar a av. Contorno, é sempre impressionante), mas pela imensidão da cidade. Atrás da orla esconde-se um emaranhado de ruas e avenidas, quase sempre congestionadas, que levam ao novo pólo comercial, o bairro do Iguatemi.













