A Folha Online publicou hoje uma matéria que fala sobre a suposta desilusão das operadoras brasileiras com as vendas do iPhone no país, que não teriam passado de 200 mil unidades. Em agosto, o Instituto Gartner divulgou uma estimativa de 176 mil aparelhos oficiais vendidos. Para as operadoras, as vendas foram 30% abaixo do que se esperava.
Mas de quem é a culpa? Com estoques escassos, pode-se dizer realmente que “o iPhone é um fracasso” ou o mais correto seria dizer que o fracasso foi na estratégia de venda?
Quem não lembra da loucura que foi para encontrar um iPhone 3GS na época de seu lançamento? E das dezenas de clientes que saíram irritados das lojas, de mãos abanando, porque a operadora se recusava a vender um aparelho para quem não era cliente? Como que a venda que qualquer produtopode ter sucesso se centenas de consumidores que querem comprá-lo, não conseguem?
E os preços? Com preços nas alturas, muito maior do que comprar no exterior, como fazer com que ele vire um sucesso no Brasil? Segundo o mesmo artigo da Folha, foi apurado (??) que “um dos motivos do valor elevado, foi imposição da própria Apple, que tentou elitizar o produto“.
Ora, não quero ser ingênuo de pensar que isso não seria possível, mas algumas atitudes não parecem confirmar esta teoria. Primeiro que é estranho de imaginar que a maçã siga uma estratégia no Brasil contrária da que aplica no resto do mundo, o de popularizar o iPhone com preços não tão altos. Por que ela iria querer elitizar o aparelho, ainda mais com seus planos crescentes de investimentos no país (vide Apple Online Store)? Leia mais »
Um familiar igualmente nobre da lagosta, com tamanho inferior, encontrado originalmente na costa da Noruega, mas pescado hoje em dia na costa do Atlântico e no Mediterrâneo. É identificado por sua carapaça vibrante, que pode ser “pink”, rosa ou rosa-alaranjada, e pelas garras vermelhas e brancas.
As vezes as pessoas me perguntam se fazer uma tatuagem dói muito, essas coisas e respondo que sim. “E dói muito???” - Não, a dor é totalmente suportável, pense pela dor que já deve ter sentido quando caiu andando de bicicleta quando ralou o joelho, a mão, o braço.










