Londres (London) é uma metrópole sem dono. Em seus metrôs, você vai ver indianos, árabes, norte-americanos, latinos, australianos, europeus em geral. Vai escutar tantos idiomas quanto não ouviria em qualquer outra cidade. Como em nenhum outro lugar, percebe-se que, se existe um centro do mundo, é ali mesmo, a capital britânica.
Londres é a síntese de Nova York, Paris, Tokyo, Bombaim, Sydney, São Paulo, muito no que há de melhor (você vai descobrir ao longo do texto - e estando lá, é claro), e um pouco no que há de pior (clima, poluição, tráfego arrastado, homeless) - acrescido do inconfundível estilo inglês (afinal, ainda faz parte da Grã-Bretanha).
Explorar Londres merece no mínimo 5 ou 7 dias - ainda que 1 ano fosse o ideal. O poeta Samuel Johnson disse “Quem está cansado de Londres está cansado da vida”. É verdade. Existem centenas de opções do que fazer. Ótimos museus, parques bem cuidados, teatros, galerias, pubs, cafés, shows, feiras, mercados, livrarias, bibliotecas, atrações turísticas em geral. Sim, gasta-se dinheiro (e é pra gastar mesmo, se é para deixar de aproveitar por economia, melhor nem ir), mas também há muitas opções gratuitas. Estar em Londres é um investimento em sua viagem, e, sem exagero, em sua vida. Leia mais »
A London Eye também conhecida como Millennium Wheel (Roda do Milênio), é uma roda-gigante de observação. Situada na cidade de Londres, capital do Reino Unido, foi inaugurada no ano de 1999 e é um dos pontos turísticos mais disputados da cidade.
Localizado na Planécie de Salisbury, sul da Inglaterra, esse, que é o mais conhecido dos círculos de pedras britânicos, é um monumento da idade do bronze - sua parte mais antiga data de 2950-2900 antes de Cristo. A denominação vem do inglês arcaico: stan = pedra / hencg = eixo, embora os Saxões o tenham chamado de “Hanging Stones” (Pedras Suspensas), e existam outras referências em escritos medievais que o denominaram “Dança dos Gigantes”.










